Objetivos / Competências
A. Reconhecer a pertinência do estudo da interação durante o desenvolvimento de interfaces.
B. Aplicar conhecimentos da perceção e do comportamento humano ao desenho de interfaces, integrando aspetos funcionais e emocionais.
C. Utilizar metodologias para avaliar soluções e informar o seu consequente desenvolvimento.
D. Reconhecer a relevância de validar progressivamente o desenho de soluções, ao longo do seu ciclo de desenvolvimento, junto dos potenciais destinatários.
Conteúdos programáticos resumidos
1. Sistemas interativos
1.1 Usabilidade versus experiência de utilização
1.2 Metodologias centradas no utilizador
1.3 Abordagens expeditas para o desenho de sistemas interativos
2. Levantamento de necessidades
2.1 Briefing com o cliente
2.2 Identificação dos stakeholders
2.3 Recolha e análise de dados
3. Estabelecimento de requisitos
3.1 Requisitos funcionais
3.2 Requisitos não-funcionais
4. Ideação/Design
4.1 Técnicas
4.2 Princípios
5. Desenvolvimento/Prototipagem
5.1 Prototipagem em papel
5.2 Wireframes
5.3 Prototipagem de alta fidelidade
5.4 Entrega
6. Avaliação
6.1 Métodos analíticos: avaliação por peritos, recorrendo a heurísticas
6.2 Métodos empíricos: testes com utilizadores
Metodologias de ensino e critérios de avaliação
Aulas de caráter essencialmente prático, com apelo constante à participação, desenvolvimento do espírito crítico e de iniciativa, e procura da excelência nos trabalhos realizados.
• Ponderação, em todas as épocas de avaliação:
· tarefas (80%) + participação presencial nas aulas (de todas as tipologias) (20%); ou
· tarefas (100%)
• Todas as tarefas, por estarem sujeitas a avaliação contínua, só são realizáveis em Época Normal (salvo indicação explícita em contrário).
• Excecionalmente, as tarefas de avaliação contínua cujo prazo de entrega seja posterior ao termo das aulas são passíveis de ser continuada em épocas posteriores se, em apresentação/defesa efetuada em Época Normal, o docente considerar que cumpre requisitos para esse efeito.
• A melhoria de tarefas cuja avaliação já tenha sido comunicada implica sempre novos trabalhos.
• Todas as tarefas são passíveis de defesa individual.
• A avaliação de tarefas, mesmo quando realizadas em grupo, é individual.
Bibliografia resumida
Preece, J., Sharp, H. & Rogers, Y. (2017). Interaction Design: Beyond Human-Computer Interaction (4th ed.). John Wiley & Sons. 004.5 PRE 4ª ed
Norman, D. (2005). Emotional design: Why we love (or hate) everyday things. New York: Basic Books. 74 NOR
Krug, S. (2014). Don’t make me think!: a common sense approach to web usability. (3rd ed.). Berkeley, Calif.: New Riders 004.5 KRU
Lidwell, W., Holden, K., & Butler, J. (2010). Universal Principles of Design (Revised ed.). Rockport Publishers Inc. 74 LID
Tidwell, J. (2011). Designing interfaces (2nd ed.). Sebastopol, CA: O’Reilly. 004.92 TID
Fonseca, M., Campos, P., Gonçalves, D. (2017). Introdução ao Design de Interfaces. Lisboa: FCA. 004.5 FON 3ª ed
Buxton, B. (2007). Sketching the User Experience Morgan Kaufmann 74 BUX
Greenberg, S., Carpendale, S., Marquardt, N. & Buxton, B. (2012). Sketching User Experiences: The Workbook, Morgan Kaufmann 74 SKE